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10/2012

24 de outubro – No Dia da ONU, o secretário geral, Ban Ki-moon, reforça trabalhos da organização nas áreas da saúde e direitos humanos.

O dia 24 de outubro foi escolhido Dia das Nações Unidas porque nesta data, em 1948, entrou em vigor a Carta das Nações Unidas. A carta é o documento de fundação da ONU e tem por objetivo definir os termos e os fundamentos da convivência pacífica, harmônica e fraterna entre as nações e os povos de todo o planeta. Ao todo, 193 países são membros desta organização.

Em mensagem sobre a data, o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, lembrou que as Nações Unidas não é apenas um ponto de encontro para os diplomatas. “Somos os capacetes azuis desarmando combatentes, os trabalhadores da área da saúde que distribuem medicamentos, as equipes de socorro que ajudam os refugiados, os peritos em direitos humanos que contribuem para que seja feita justiça”, afirmou.

O Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV e Aids (Unaids) estabeleceu as seguintes metas para o mundo até 2015 são: reduzir a transmissão sexual do HIV, acabar a transmissão vertical, prevenir o vírus entre usuários de drogas injetáveis, expandir o acesso ao tratamento da aids, evitar mortes por tuberculose, proteger as populações vulneráveis, acabar com leis que punem portadores do vírus, acabar com restrições de viagens para soropositivos, apoiar mulheres e meninas e acabar com a violência.

No Brasil, a equipe da ONU tem representantes de 19 programas, fundos e agências, em áreas tão diversas quanto educação, saúde, direitos humanos e financiamento de projetos. De acordo com o Centro de Informações da ONU no Brasil, a organização conta com mais de 780 funcionários no país. A tarefa deles é trabalhar em conjunto com organizações sociais e governos, para tentar resolver alguns dos problemas mais graves.

O médico epidemiologista Pedro Chequer coordena o Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV e Aids (Unaids) no Brasil. Em recente artigo para a Agência de Notícias da Aids, ele lembrou os avanços e desafios para a resposta à epidemia no País.

Para ele, é imprescindível, ao lado do compromisso da manutenção de investimento para o tratamento, a ampliação dos recursos para prevenção, com ênfase em populações mais vulneráveis; o envolvimento do alto nível político do País, de modo multidisciplinar, interinstitucional e sob o comando da esfera federal no combate da doença, assim como o maior compromisso dos estados e municípios e o resgate de mobilizações da sociedade civil.

Fonte: Agência de Notícias da Aids

 

 

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