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Solução » Solução n.20

08/2007

Em linha direta com os pacientes

No Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (IPEC/ Fiocruz), eventos adversos e queixas sobre medicamentos são transmitidas diretamente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A farmacêutica Lusiele Guaraldo, gerente de Risco Sanitário Hospitalar da unidade, é responsável pela complementação, organização, avaliação e envio dos dados informados pelos enfermeiros, farmacêuticos e médicos. O contato com a Anvisa, então, é intermediado pela Unidade de Farmacovigilância do Estado do Rio de Janeiro: “O envio é feito on-line desde 2005”, conta Lusiele. Para ela, porém, mais que a rapidez na transmissão dos dados, o importante é ter o paciente como principal agente notificador: “A linha direta com o paciente é o nosso diferencial”, avalia.

Reações comuns também merecem atenção
Além de receber notificações através de membros da equipe multidisciplinar do instituto, Lusiele atende pelo menos um paciente por dia, encaminhado pelos farmacêuticos da Farmácia Ambulatorial. Em sua sala/ consultório, registra os casos de eventos adversos ou queixas técnicas. Mas seu papel é também orientar: “Sempre digo que ele não deixe de tomar o medicamento e o encaminho de volta ao médico”, diz. Ela não deixa de transmitir à Anvisa nem as suspeitas de reações adversas mais comuns: “Em relação aos anti-retrovirais, estão previstas em bula reações freqüentes, como enjôo e vômito. Mesmo assim, notifico”, observa.

SAIBA+
www.ipec.fiocruz.br/
www.anvisa.gov.br/

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