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Saber Viver » Saber Viver n.30

12/2004

Saber Viver consulta profissionais de saúde

Revista é fonte de informação nas unidades de saúde

O que os profissionais de saúde acham da Saber Viver

“Sou uma profissional de saúde que atende pessoas com as mais diversas patologias. Não tenho tempo de me informar sobre Aids. Por isso, a Saber Viver é muito útil para mim”. Esta declaração de uma enfermeira do Centro Municipal de Saúde João Barros Barreto (RJ) faz parte da pesquisa que a Saber Viver realizou em 2003 com profissionais de saúde nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. O objetivo era saber como a revista estava sendo utilizada nos hospitais e postos de saúde. Apesar de não atingir todos os locais para os quais a Saber Viver é enviada, essa pesquisa se transformou em um instrumento interessante de avaliação sobre o impacto da revista nas unidade de saúde.

Ao lado dos soropositivos e dos profissionais de saúde

A principal constatação da pesquisa foi que a Saber Viver criou um forte vínculo com os profissionais de saúde, não apenas humanizando o atendimento médico, mas também como fonte de informação para integrantes da equipe multidisciplinar. Nos questionários, todos afirmaram que a publicação é vista nas unidades de saúde como uma aliada ao tratamento anti-Aids, além de ser considerada uma porta-voz dos soropositivos.“Eu sinto que, depois que os pacientes começaram a ter acesso à revista Saber Viver, eles passaram a entender melhor a doença, voltaram a fazer novos amigos e buscam relacionamentos amorosos”, declara uma das infectologistas da Casa da Aids (SP). Para uma das médicas entrevistadas no Hospital Gaffrée e Guinle (RJ), “a revista ajuda a incorporar os remédios no dia a dia, dando dicas úteis e objetivas, visando à melhoria da qualidade de vida como um todo”.

Única publicação nas unidades de saúde

Todos os entrevistados (100%) afirmaram que a Saber Viver é o único material informativo que chega, com periodicidade fixa, às unidades de saúde. Em São Paulo, foram citados outros materiais, porém, segundo os entrevistados, nenhum possui uma freqüência regular como a Saber Viver. Já no Rio de Janeiro, nenhuma publicação foi lembrada pelos entrevistados além da Saber Viver.

Os locais escolhidos para participar da pesquisa possuem maior concentração de pacientes e que, na época, recebiam a revista há mais de 3 anos. Ao todo, foram 12 locais visitados, onde 25 profissionais de saúde, das mais diversas áreas, responderam ao questionário. Juntos, eles são responsáveis pelo atendimento de cerca de 26.600 pacientes.

O que os profissionais de saúde acham da Saber Viver

– Faz os pacientes terem mais informações e melhor entendimento do tratamento;

– Serve de motivação para que eles abordem determinadas questões nas consultas;

– Sensibiliza e capacita os profissionais de saúde, fazendo-os perceber melhor a dimensão humana da epidemia;

– Favorece a ampliação do contato humano entre pacientes, seja através de grupos de discussão, seja através da seção de cartas;

– Informa profissionais não-médicos sobre detalhes do tratamento anti-retroviral, facilitando a abordagem desse assunto junto aos pacientes.

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