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Solução » Solução n.17

02/2007

Você já leu o consenso hoje?

Documento editado pelo Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde
traz informações essenciais para o tratamento contra a aids

 


De tempos em tempos, o Programa Nacional de DST/Aids reúne o seu Comitê Assessor para Terapia Anti-retroviral de adultos e adolescentes com o objetivo de discutir os recentes avanços científicos e novas estratégias para o tratamento de pessoas infectadas pelo HIV no Brasil. A partir dessas reuniões, é construído o documento Recomendações para Terapia Anti-Retroviral em Adultos e Adolescentes Infectados pelo HIV. A última versão foi lançada em 2006.

Com os avanços freqüentes da ciência na busca por medicamentos mais fáceis de serem tomados pelos pacientes e com menos efeitos colaterais, um tratamento que era visto como ideal há 3 anos pode se tornar ultrapassado.
Portanto, este documento deve ser freqüentemente consultado não apenas por médicos, mas por todos os profissionais de saúde que trabalham com pacientes soropositivos, inclusive os farmacêuticos.

Documento tem importância inquestionável
Segundo Márcia Rachid, médica da Assessoria de DST/Aids da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, integrante do consenso, a importância do documento é inquestionável para todos os profissionais de saúde. “Consultando o consenso, o médico poderá definir condutas sabidamente seguras e eficazes, identificar condutas que não devem ser seguidas, fazer revisões periódicas para atualizações e correções necessárias”, relaciona a médica.

A cada dois anos, em média, o grupo – atualmente formado por 28 profissionais de saúde, na maioria, clínicos gerais e infectologistas de todo o país – rediscute as orientações de tratamento, aliando às novas descobertas na área as características do tratamento no Brasil.

SAIBA +
www.aids.gov.br, clique no item documentos e publicações, digite o nome do documento na busca

Perguntas freqüentes que o consenso responde
• Quando iniciar o tratamento antiretroviral?
• Com que esquemas deve ser iniciada a terapia?
• Com que drogas deve ser iniciada a terapia?
• Como avaliar a resposta ao tratamento?
• Quando há falha terapêutica?
• Quais são as condutas nas situações de falha ou de intolerância ao tratamento?
• Quando a interrupção e modificação do tratamento são necessárias?
• O que fazer em situações especiais como co-infecção HIV/TB, infecção aguda, interrupção da profilaxia e exposição ocupacional?

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